sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Sobre silêncios

Sobretudo Hoje está de volta de novo. As línguas ferinas que afirmaram que o blog ficaria inoperante até o final da Crise no Senado, e, portanto, para sempre, queimaram-se.
Nesse meio tempo aconteceu tanta coisa e não aconteceu nada... O encontro não contabilizado de Collor e Lulla, o encontro camuflado de Lina e Dilma, as piruetas de Sarney e da inepta oposição, o surgimento do Fator Marina na eleição de 2010...
De tudo, o pior foi o que não aconteceu, claro. A estarrecedora indiferença da cidadania dada como organizada reflete o assalto múltiplo lançado por um governo que se perdeu em seus fins há muito tempo. O aparelhamento do Estado e o encampamento dos movimentos sociais refletem o que sabemos também há tempos: Lula, Dirceu e gloriosa companhia tinham um projeto muito bem urdido, mas não de nação, não de governo - um projeto de poder, de nele permanecer pelos séculos e séculos, sob o pretexto de ser, hum, popular.
Esse mesmo pretexto serve a qualquer déspota? Detalhe, detalhe. Mas vamos por partes, que recém começamos.

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